Indicadores Económicos
Com um volume de negócios de 9 mil milhões de euros na indústria de base florestal e mais de 1,2 mil milhões de euros gerados pela produção silvícola em 2017, a economia da floresta tem um impacte muito significativo nas contas nacionais. De fora ficam valores não contabilizados e difíceis de mensurar – como o contributo para o turismo de natureza, a biodiversidade ou a produção de oxigénio, entre muitos outros.
Produtos Florestais não lenhosos
Portugal já foi o segundo maior exportador mundial de resina, uma substância viscosa recolhida principalmente em pinheiro bravo e com variadas aplicações industriais. Depois de décadas de abandono, a extração deste produto da floresta voltou a crescer nesta década. Foi uma subida ligeira, que pode ser alterada com a atual crise económica global.
Bioeconomia
Em tendência de crescimento e com potencial de evolução. Este é o retrato dos sectores da economia circular e bioeconomia em Portugal. Enquanto fonte de novos bioprodutos e biomateriais, a floresta é essencial para viabilizar uma economia de baixo carbono
Produtos Lenhosos
Têm origem florestal, chegam aos quatro cantos do mundo e colocam Portugal nos tops mundiais e europeus de produção e exportação. Cortiça, pasta e papel, castanha e alfarroba mostram, além-fronteiras, o valor da floresta portuguesa na economia global.
Energia
Os ecossistemas rurais são a principal fonte de biomassa usada na produção de energia renovável em Portugal. O aproveitamento da biomassa residual diminui a dependência nacional de combustíveis fósseis e, em simultâneo, incentiva à gestão das áreas florestais, reduzindo o risco de incêndio.
Produtos Florestais não lenhosos
Além do valor socioeconómico associado e contributo para a dinamização das economias rurais, o mel – e a polinização que está na sua origem – desempenha um papel vital para a diversidade genética das plantas e para o equilíbrio ecológico.