Alterações Climáticas
As previsões disponíveis destacam:
– o aumento da temperatura média da superfície terrestre e da frequência de fenómenos extremos associados a uma maior dinâmica atmosférica (como ondas de calor, furacões, tempestades, inundações e secas prolongadas).
– o aumento da temperatura média dos oceanos e subida do nível médio das águas, na sequência do degelo nas regiões polares e da expansão térmica das águas, contribuindo também para diminuição da concentração de oxigénio nas mesmas. Por outro lado, o aumento de carbono dissolvido nos oceanos contribui também para a sua acidificação (redução de pH).
O aumento da frequência e da severidade dos desastres naturais colocam em risco o equilíbrio dos ecossistemas terrestres e marinhos, com impactes diretos em recursos essenciais à vida (como a disponibilidade de água, por exemplo) e na organização socioeconómica (emprego, produtividade e crescimento económico).
Alterações Climáticas
As florestas são os ecossistemas terrestres com maior capacidade de sequestro de carbono, retendo-o nos seus produtos, que podem substituir materiais e energia de origem fóssil. Plantar e cuidar da floresta são ações prementes para mitigar os impactes do aquecimento global decorrente das alterações climáticas.
Alterações Climáticas
Apesar do contributo da floresta como sumidouro de carbono ser positivo em muitos países, incluindo em Portugal (na maioria dos anos), o saldo entre gases com efeito de estufa emitidos e retidos está longe da neutralidade. Esta realidade tem acelerado as alterações climáticas em Portugal e no mundo, com impactes também para as florestas.
Alterações Climáticas
Aumentar a área florestal, promover a resiliência da floresta e utilizar mais produtos lenhosos que, depois de transformados, continuam a armazenar carbono, são três pontos centrais para fazer da floresta um sumidouro mais eficiente dos gases com efeito de estufa (GEE) em contexto de emergência climática.